Leia

 

Estamos em 2014 e ainda não temos os tais carros voadores prometidos em desenhos como “Os Jetsons“. Mas já temos os hologramas! E eles estão cada vez melhores. Em breve, painéis holográficos estarão entre nós, com interações bem intrigantes.

Por exemplo, podemos citar o Sistema de Exibição Leia (LDS). Embora o nome não pareça legal (sem dúvida é referência à infame Princesa Leia de “Star Wars”), esse sistema usa uma combinação de luz, de vapor d’água e ar para fornecer por meio de uma tela transparente, imagens projetadas, enquanto sensores acompanham os movimentos e toques de entradas dos usuários.

Como isso é possível? Funciona assim: um dispositivo emite uma parede fina de vapor d’água no ar. Sem luz, esta parede é quase invisível. Mas quando usada com o feixe de luz de um projetor, ela serve como uma tela semi-transparente para a imagem projetada. Então, com a ajuda de alguns sensores de rastreamento de movimento e um software especial, o sistema é capaz de reconhecer quando uma imagem é tocada por um usuário, o que permite a exibição ser agarrada, beliscada, batida, manipulada, enfim, o que a imaginação permitir.

 

leia-hologram

 

Os vídeos, que já incorporamos abaixo, mostram todos os tipos de hologramas sendo tocados e cutucados pelos usuários. Lembra um pouco o filme Minority Report, bem ao estilo de dar “pinch to  zoom” nas coisas no ar e até mesmo interagindo através de gestos, ao girar coisas em movimento, tirando-as para fora do caminho. O vídeo mostra um sedã da Mercedes atravessando uma parede, como se estivesse quebrando-a e gerando uma fumaça à medida que passa. Sensacional!

 

Tom Cruise em Minority Report

Tom Cruise em Minority Report

 

Esses painéis serão comercializados, a princípio, em versões com 95 centímetros x 65 centímetros e 3m x 2,5 m, com esse último sendo capaz de ser ligado com outros monitores para gerar uma interação e um efeito ainda maior. O criador da tecnologia diz, que até o momento, a maior parte das aplicações do LDS foi solicitada para uso em publicidade digital. Mas ele também tem recebido pedidos de uso “não-padrão” com bastante regularidade.

Agora é aguardar a tecnologia se popularizar para estar disponível, não apenas em grande eventos, como em shows, mas também em exibições menores, em shoppings e parques de diversões.

 

 

 

 

(Via Engadget)

Sobre o autor

Administrador e Editor - Graduado em Tecnologia da Informação e hard user de tecnologia