A consagrada marca japonesa Nikon irá deixar de comercializar seus produtos no Brasil. A empresa enviou um comunicado oficial informando que a partir de 31 de dezembro de 2017, não venderá mais no país suas câmeras, lentes e acessórios.

O presidente da marca no Brasil, Auster Nascimento, escreveu:

“A Nikon Corporation está otimizando as estruturas de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D), Vendas e Fabricação em uma reestruturação em escala global. Como parte deste processo, a Nikon do Brasil Ltda (a partir de 31 de dezembro de 2017) encerrará a venda de câmeras, lentes e acessórios fotográficos para o mercado brasileiro, atualmente comercializados exclusivamente por meio de seu ecommerce, a Nikon Store. Os demais segmentos de negócios da empresa, incluindo atendimento ao consumidor e assistência técnica, continuarão operando normalmente no Brasil”.

A empresa afirmou que todos os produtos em garantia permanecerão recebendo cobertura da empresa em casa de algum defeito. No caso do produtos fora da garantia, a assistência técnica será “fornecida nos custos aprovados pelos proprietários”.

A Nikon se destaca no segmento de câmeras e lentes e é uma das marcas preferidas dos profissionais. A empresa estava no Brasil desde 2011 e vendia seus produtos exclusivamente pelo ecommerce.

Sobre o autor

Editor – Graduado em Marketing e hard user de tecnologia

  • Diogo Reis

    Pelos preços que essas empresas vendem seus produtos por aqui, vai ficar difícil mesmo elas se manterem. A maioria acaba comprando importado.

  • Cesar Rodrigues

    A droga mesmo será se ela sair de vez e não ter mais assistência técnica oficial da empresa. Hoje por estar no Brasil, ela é obrigada a honrar a garantia mesmo de produtos comprados no exterior. Tive uma câmera da Nikon a prova d’água que comprei lá fora. Ao chegar no Brasil ela apresentou problema, entrei em contato com a Nikon Brasil e eles trocaram por uma nova para mim.

    • Roberto Tesch

      T>Tanaka por exemplo, está no Brasil desde a década de 80 dando assistência, eles sairam do RJ e ficara,m só em SP, se eu não me engano à partir da década de 90, então não pode ter a ver com uma coisa que começou em 2011, não tem relação com a assistência, apenas eles não conseguem vender seus produtos pagando os impostos, taxas e tributos porque os que entram por fora vencem a concorrência e pra gente é melhor assim.