Baratas Cyborg ajudarão a encontrar sobreviventes através da captação das vozes

 

Baratas Cyborg

 

Se você tem medo de baratas e acha que aqueles bichos nojentos precisam ser destruídos pois são criaturas viscosas que fazem você gritar como uma menina de cinco anos de idade, pare com isso agora! Lembrem-se da música dos Titãs e digam para que elas saiam dos esgotos pois elas podem, na verdade, parecerem como pequenos super-heróis aos olhos de alguns. Está perdido? Então é porque você ainda não sabe que pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte desenvolveram uma maneira para baratas detectarem e localizarem fontes de sons (por exemplo, a voz de uma pessoa) e assim, elas poderão ser usadas em missões de busca e salvamento. Exatamente como os robôs que usam Wi-Fi ou aqueles que serão usados para enterrar as vítimas do Ebola, comentados anteriormente pelo site.

Os cientistas desenvolveram também uma tecnologia de “barreira invisível” para manter os procedimentos que dessem errados, dentro de uma área monitorada. Assim como as baratas cyborg, em uma série de estudos anteriores, os experimentos da NC State usavam “mochilas” amarradas aos corpos dos animais, permitindo que os cientistas pudessem controlar a direção e o que eles vão fazer.

Algumas dessas mochilas estão equipadas com um microfone que pode captar sons enviados para equipes de socorro. Outros estão equipados com uma variedade de microfones 3D que podem determinar de onde esses sons vêm, tornando-os eficazes em encontrar pessoas presas no interior de edifícios que desabaram, por exemplo. Estas baratas podem realmente trabalhar apoiando uma equipe de socorro, mas eles precisam estar dentro do alcance um do outro. É por isso que os pesquisadores criaram a tecnologia da barreira invisível. Esta cerca não só pode as baratas cyborg de se afastar muito, mas também levá-las à fontes de luz, a fim de recarregar suas mochilas movidas a energia solar.

Quer uma melhor ideia de como estas baratas cyborg trabalham, então assista ao vídeo abaixo para vê-las em ação dentro de um ambiente de laboratório.

 

 

(Via Engadget)

Post Author: Benicio Brown

Administrador e Editor - Graduado em Tecnologia da Informação e hard user de tecnologia